Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

sexta-feira, 24 de julho de 2015

METADE DO ANO?!



Para mim 2015 acabou de estrear e a cabeça ainda fervilha povoada de ideias, planos, projetos, objetivos. Mas a folhinha insiste em dizer que já caminhamos para o oitavo mês dele. Parte dos planos ficou pelo caminho. Outros ganharam corpo. Mas o encorpar não brota do nada. Planos e objetivos precisam ser alimentados com foco, planejamento, esforço, dedicação, resiliência, perseverança. Perseverar, aliás, é a palavra-chave. Porque muita coisa acontece e nos desafia constantemente antes que consigamos atingir uma meta: um detalhe que não dá certo e traz desânimo, o tempo que é insuficiente para realizar tudo o que foi programado, situações que escapam do nosso controle. Por isso, é importante ter algum método para ser capaz de persistir. O meu é bem simples: #vamuquivamuemfrentesempre! Brincadeira à parte, antes de mais nada, creio que para perseverar na nossa jornada, precisamos ficar bem – de dentro para fora. A partir daí, abre-se um enorme leque de oportunidades para colocarmos nossos desejos em pé. O que importa de verdade nessa caminhada não é exatamente sabermos se fizemos a opção certa ou errada. Mas sentir que estamos confortáveis com nossas escolhas. Essa sensação de estar à vontade com o que queremos, afinal, é libertadora. Que venha agosto, mês – para mim – super especial!
Imagem:Google

sábado, 4 de julho de 2015

RECEITA PARA UM DIA FRIORENTO




 
A receita é simples: pique em pedaços bem pequenos a lista de obrigações. Misture um cobertor aconchegante com um livro bom e sua disposição para ficar na cama. Cubra-se e curta o clima. Lá fora, o som é proposta de quietude. Cá dentro, é deleite. Se tiver ânimo, faça um chá. Às vezes, a paz é tempo. Às vezes, é um pensamento. Outras vezes, é uma escolha. Escolher ir com calma, escolher um banho mais curtido, escolher dar-se um tempo para sentir o aroma de um perfume e lembrar de outros tempos, escolher cuidar-se e pensar que a vida tem suas alegrias e que um momento de carinho vale muito. A vida pode ser efêmera, como uma fragrância, mas pode deixar as melhores lembranças. Mudanças na casa de tijolos refletem na outra casa. Isso também é paz. Bem vindo Julho!
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