Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

MARY PURA ALEGRIA



Um dos principais tópicos estudados na psicologia social contemporânea é relativo ao motivo por que alguém gosta ou não de outras pessoas. A importância prática e teórica dessa questão é óbvia. Nossas atitudes em relação às pessoas fazem com que um relacionamento com elas seja agradável ou desagradável, e ajudam a determinar se queremos intensificar ou mesmo continuar esse contato.
A gente faz amizades a partir de vários locais e de formas diferentes: na escola, no colégio, na faculdade, no clube, na academia, no salão e agora, no computador. É um entra e sai danado. Mas algumas ficam com a gente para sempre.
A Mary era minha conhecida do salão (ela é uma daquelas que tem a Madá). Fazia parte da turma da sexta e eu da quinta. De vez em quando, naquela época, a gente se encontrava. Quando mudamos de salão ficamos juntas na sexta. E aí de conhecida se transformou em amiga.
Tenho uma irmã com o mesmo nome dela (que eu amo de viver) e de ouvir meu filho, pequenininho ainda, falar na Tia Mary se tornou primeiro, a Tia Mary do salão quando me referia a ela.
Falar da Mary é fácil e difícil. Ela é daquelas pessoas que tem uma energia, um astral que só conhecendo mesmo. Sua disponibilidade é para tudo e todos. Se você precisa de qualquer tipo de indicação é só perguntar, que a Mary tem pra dar: ofertas imperdíveis, bombeiro, eletricista, estofador, motéis, truques domésticos, estéticos e cosméticos.
É casada há 28 anos com o Luiz Sérgio e aí começa o segundo e mais conhecido apelido dela: Santinha! O que ela já fez, faz e ainda fará com seu “maridinho” precisa dos seguintes ingredientes, que vieram de sobra no seu DNA: criatividade, originalidade, persistência, paixão e amor. Com suas histórias mata a gente de rir e de inveja.
Num Natal, ela deixou o Luiz Sérgio acreditar que tinha esquecido de comprar seu presente. Lá pelas tantas, ele já na cama, quase dormindo, ela - "beeeemmmm, acorda, seu presente chegou!
- Hummmm, cadê?
- Aqui, euzinha". E pula na cama “vestida” de papai Noel.
Dá pra imaginar a cena? Agora ela contando, com seu jeito peculiar de ser, só ouvindo mesmo!
Santinha agora tá empenhada na fantasia para o carnaval: coelhinha da Playboy. E enquanto percorre os sex shops da cidade, já se inscreveu, e instigou todas nós, num curso de streaptease, apesar de eu acreditar que a aluna vai roubar o lugar da professora.
Com a Santinha não tem tempo ruim, mau humor é www.tofora. Sua sensibilidade, carinho, nos pequenos detalhes e lembranças com os amigos, emociona qualquer coração de pedra. Na última sexta, ela sacou de sua bolsa, na maior simplicidade, e me deu uma base especial pras minha unhas que estão super fracas dizendo: – Rê, lembrei e comprei pra você. Fiquei emocionada. Mas muito antes disso, já tinha me passado uma receita/dica fantástica para a saúde das ditas cujas.
Amizade para mim é isso: cuidar nos pequenos detalhes, fazer rir, chorar junto, dar bronca, torcer, acompanhar as etapas da vida. Não precisa se falar, nem se ver todos os dias. Precisa de afinidade.
Já tem vinte anos que a gente vem cuidando e intensificando essa amizade. Por que cuidar é preciso.
A sexta-feira fica esquisita se Santinha não vai ao salão. Sinto falta do seu jeito maroto, da sua alegria, dos seus planos mirabolantes, das piadas e das muitas risadas.
Ela também tem problemas mas, assim como eu, escolhe a alegria, a felicidade e o bom humor para ficar www.todentro.
Ter uma amiga que nem a Mary, Tia Mary, Santinha é um espetáculo. Eu amo de viver! Mas não precisa ficar com inveja: o coração dela é tão grande e generoso que sempre cabe mais um.



Um comentário:

  1. RE,ALEM DE FICAR ORGULHOSA DE TANTA COISA QUE FALOU DE MINHA PESSOA,TENHO A DIZER QUE MEU CARNAVAL FOI TUDO AQUILO QUE FALEI E MAIS ALGUMAS COSITAS QUE NAO POSSO FALAR EM PUBLICO.MAS VALEU A PENA TUDO QUE FIZ,TUDO QUE ESCOLHI,E COMO TE DISSE POR E.MAIL FIQUEI NO LUGAR CERTO,NO QUARTO CERTO,COM AS PESSOAS CERTAS,E A COR DE MEU QUARTO ERA TBEM CERTA.PORQUE AMO DE PAIXAO OS TONS DE BEIGE.QUANTO A SEGUNDA PESSOA ME REFIRO AO VISCONDE DE BARBACENA,ELE NAO ME DEU TRABALHO NENHUM,PELO CONTRARIO ME DEU A MAIOR FORçA NO CARNAVAL PRIVE.E VIVA LA VITTA.BEIJAO SANTINHA

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