Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Vovó

Lucy, mulher corajosa, alegre, vanguardista, carinhosa, cheia de vida.
A vovó conseguiu transformar, todo o seu sofrimento da perda precoce do seu marido, em energia, para dar conta de cuidar de suas filhas. Aprendeu a dirigir, a lidar com as finanças, a economizar. Mesmo com todas as dificuldades de uma mulher, que na sua época estava acostumada a depender do marido para tudo, deu a volta por cima e fez o papel de mãe e pai.
Adorava ter a família por perto: seus netos eram, como dizia, os amores de sua vida, os bisnetos, então, seus bibelôs.
A lembrança que ela nos deixa são as melhores. Ela partiu, chegou sua hora.
Fez tudo que pode com muito amor e dedicação, enquanto esteve conosco.
Agora, irá de encontro a seu grande amor, dançar um tango e descansar.
Vá em paz, você merece! Te amo!

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