Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

HAZCARÁ\LEMBRANÇA

Amanhã completa trinta dias... Um mês que não te vejo mais, que não escuto sua voz, que não me aconchego em você. Sabe mãe, ainda não estou sentindo saudades. Estou vagarosamente deixando os pensamentos se acalmarem, as idéias clarearem na escuridão estranha de nome dor. A sensação que tenho é de proximidade, é do "parece que foi ontem" que estava segurando sua mão e com as lágrimas caindo lhe dizia: - vai, vai mãe, voar seu vôo mais lindo! E lá de cima continue a nos olhar e nos proteger, com suas asas, agora para sempre, eternas. Amo você mãe!

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