Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

DIA DO TRABALHADOR EM SANTA MATILDE

Já postei anteriormente (no carnaval) sobre minhas idas à fazenda do Zé Renato e da Syl. Adoooro ir para lá! É algo meio inexplicável: recarrego minhas baterias com a visão das orquídeas floridas, dos cavalos do Zé correndo pelos pastos, da infinidade de pássaros nos surpreendendo com seus cantos variados, com as frutas no pomar, com as prosas na mesa da cozinha que nunca terminam, com as brincadeiras que não são de roda, mas que abrem a roda para cada visitante que chega!
A casquinha de siri do Zé e o bobó de camarão da Syl me fizeram ir, pra debaixo da mesa, que nem Ana Maria Braga de antigamente. Agora o mais incrível desse final de semana foi meu “neto” de quatro patas de nome Max.
Cachorro de apartamento é bem limitado de espaço, por maior que seja o ap. Max é um poodle. Fez tres anos que minha filha o ganhou de presente. Quando chegou, era uma bolinha branca irresistível... Não pude dizer não! Me deixou em muitos momentos enlouquecida com seu xixi no meu sofá, com o pé da mesa de jantar saborosamente comido, até se tornar educado, se é que assim posso dizer. Em comparação com os outros cães, dos meus vizinhos, acho ele um MÁXimo. No final das contas sobrou para mim todos os deveres e obrigações, inclusive de rebocá-lo comigo nessas viagens curtas.
A primeira vez que ele foi prá fazenda, simplesmente, desorientouuuuu com tanto espaço e liberdade. Corria atrás das galinhas, para desespero do Zé, dos pássaros, e se achava valente o suficiente para provocar o Scott, um fila!!! Ir pró Brás se tornou para Max um prazer igual ao que sinto.
Venho tentando arrumar, ao longo desses anos, uma namorada prá ele, mas sempre há senões... Êta cadelas difíceis! Pois bem, estávamos no pomar na manhã de domingo, quando Max deu um perdido e assim que reapareceu estava com uma cara... Tivemos a notícia, pelo caseiro, que se enamorou de Fibi, uma cadelinha preta e branca que fica por lá. Ela estava no cio e aí vocês podem imaginar né? Pois não é que na hora de irmos embora, tudo já dentro do carro, Fibi aparece prá se despedir e Max não se fez de rogado, deixando-nos expectadores do seu "namoro". A pureza animal, bem ali a nossa frente, me fez lembrar da mágica de tudo que nos acontece pela primeira vez! Max não é mais o mesmo... Será que me tornarei bisa?

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