Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

São Paulo/Couvert

Fui passar esse feriado em S.P. com minha irmã Mary que mora lá há mais de vinte anos, e por isso digo que ela é mais paulista que mineira. Sempre adorei ir a SP. A vida acadêmica, cultural, gastronômica que existe nas vinte e quatro horas do dia, para todos os gostos, a transforma na “cidade que nunca dorme nem pára”.
Recebida com amor, aconchego e mimos (deliciosos chocolates me aguardavam em meu quarto com um cartão lindo de boas vindas. Ela, graças a D’US, consegue expressar seus sentimentos sem a desculpa que ouço muitas vezes, de muitas pessoas, que “não sei escrever, não tenho seu dom”. Sentimento só precisa fluir... do jeito de cada um.) fomos jantar num restaurante que Douglinhas (artista de sensibilidade e bom gosto ímpar) havia dado a dica: CHAKRAS.
Com nome tão sugestivo, seus ambientes vivazes são um equilíbrio perfeito entre cores, ritmos e luzes, tudo temperado aos sabores refinados de sua gastronomia contemporânea. O bem-estar e a harmonia se encontram em todos os detalhes, criado, sem dúvidas, para equilibrar os chacras existentes em cada um que vem desfrutar desta viagem sensorial e gastronômica.
Acolhedor e universal, o Chakras nos ofereceu uma experiência multisensorial. Um verdadeiro Templo dos Sentidos: é a celebração do amor para o ser humano. O amor que nesse restaurante foi transmitido pela decoração, arte, música e gastronomia.
Saindo de lá, fomos encontrar mais amigos no Havana Club, existente dentro do Renaissance SP Hotel. O Club tem a decoração assinada por Sig Bergamin e além da cuidadosa seleção de charutos e clube do whisky (típico de paulistano) uma pista de danças, aonde vai tocando junto com imagens projetadas num imenso telão, todos os ritmos possíveis. Entre um e outro relembramos festas, rimos dos passos inventados, nos atualizamos nos novos “hits” e ficamos com certeza www.todentro da vida. Com os 11 graus de um frio para além da madrugada, cheguei em casa para desfazer a mala e me preparar para o(s) outro(s) dia. Tinha sido só o couvert de deliciosos dias que me aguardavam.

2 comentários:

  1. Oi Regina, adorei ler esse post e confesso: sou seu fã!!!
    Lendo, me senti como se estivesse por lá...
    Delícia!
    Bjos

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  2. Claudinho
    Estou aprendendo agora, a responder no próprio blog. Tomara que dê certo,ainda sou uma BIOS (leia no blog, vc vai com certeza dar boas risadas)e somos então, fãs mútuos, pq leio cada post seu e aguardo ansiosa pelo próximo. Vc viu a minha reclamação quando vc ficou "trabalhando, trabalhando" e nada de escrever rsrsrs.
    Beijuuss no coração

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