Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ANO NOVO


Ano novo vida nova? Não sei. Nada de listas a serem cumpridas. O descumprimento acaba pesando. Também não comprei uma calcinha nova (amarela, branca, rosa ou vermelha), flores, velas, frutas ou uma ave gorda para essa data especial. Nem banho de sal grosso nem incenso de cravo e canela. Nada de rituais. Das proposições desse 2011 a Síndrome de P.I.A. foi generosa...esqueci todas. E as do próximo... não me atrevo a escrevê-las. Radicalizei geral!  Tradicionalmente esse é o momento, do ano, em que o sentimentalismo se manifesta, os corações amolecem, as injustiças são perdoadas e se trocam presentes. Percebo que o presente mais valioso de todos é o AQUI E AGORA: o momento... O presente! Encho-o de carinho e saio distribuindo. Perdoo e renuncio ao passado. Tudo que amei e aprendi não esqueço. Retenho o amor e a compreensão. Levo-os comigo para passar para o novo ciclo: a grande jornada interior. Desejo que ela sustente e seja sustentável...só por hoje PAI/MÃE! E agradeço! Uma jornada repleta de saúde, alegria, equilíbrio, prosperidade e amor é o meu desejo para você!(RR)
(Imagem: Gustavo Bcheche)