Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de maio de 2013

JECA TATU E NÓIS




Na área externa escolares "americanos" transformados em biblioteca
Não sou cozinheira. Uma arte que, infelizmente, não herdei de minha mãe. Mesmo assim, como sabem, a-do-ro comer e experimentar pratos e petiscos novos. Também tenho um gosto pelos programas de culinária que passam no GNT: Rita Lobo, Rodrigo Hilbert, Nigella Lawson, Jamie Oliver, Claude Troisgos, Olivier Anquier e outros mais. O Diário do Olivier, especialmente, me faz visitar e conhecer cidades daqui e de outros países com seus mercados maravilhosos, ingredientes, especiarias, pratos e sabores que, invariavelmente, me fazem salivar. Para minha surpresa ele percorreu a Estrada Real e eu, mineira que só, achei que conhecia tudo. Bem verdade que de todos os episódios apresentados já havia ido e degustado muitos, até chegar numa cidadezinha, Itabirito, e o Jeca Tatu com seu pastel de angu recheado com umbigo de bananeira. Oi? Isso mesmo. Aquela parte arroxeada do cacho de bananas. Mineiro adora um angu com quiabo, né? De toda a culinária local não aprendi, até hoje, a ter agrado por angu. Já um quiabim... delícia! Voltando ao Jeca. Local que, além do tal pastel, é famoso - e todo decorado - por sua coleção de antiguidades. Tem de um tudo e mais um pouco: discos de vinil, livros, revistas e reportagens, telefones, radiola, gramofone, geladeira, bicicletas, lambreta, sofás e cadeiras, enfim, uma tranqueira que fala por si. Pois não é que num sábado, apesar de nosso destino ser Amarantina (todas essas cidades ficam a caminho de Ouro Preto), apeamos no tal Jeca Tatu?! Muitas lembranças, fotos, prosa com o dono para tirar dúvidas, pastel de angu, risadas e mais risadas do tipo: eu já vivi isso e posso contar! Até que não nos fez nenhum estrago ter participado dessa história retrÔ, pois viver – essa vida que vale a pena de ser vivida - é mesmo uma benção!!! Ispia só as fotos.
Cada preciosidade pros colecionadores de vinil
Na casa de minha mãe tinha uma banheira dessas!
Riram de Caê foi?! Magrilim que só!
Som_zão esse!
E esse então?
Cada edição mais bacana que outra no bus-biblioteca.
Me divertindo de motorista de buzum. Queria deixar o povo entrar naum rsrs
Amiga gulosa! E a geladeira G&E lotada
O proprietário e eu só na prosa
Era o meu predileto. Vaca Roxa no Xodó...ai que sôdades!
Essa sim foi uma grande noveleira!
Tinha dez aninhos quando chegou essa novidade!
Da lambreta não vivi, mas Ju sim!
Escondido encontrei essa lindeza.

Taxímetro rodou...hora de ir embora!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

LARGANDO A BANANA


Ouvi uma história muito curiosa e que me trouxe um certo alívio. Disseram-me que uma antiga tribo africana utiliza um método bastante diferente para capturar macacos.
Como os macacos são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema: pegam uma cabaça de boca estreita e colocam dentro uma banana, amarram-na no tronco de uma árvore frequentada pelos macacos, afastam-se e esperam.
Então acontece o seguinte: quando os nativos vão embora, um macaco curioso desce... Olha dentro da cabaça e vê a banana. Enfia sua mão e apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue tirar a banana, segurando-a.
Surge um dilema: se largar a banana, sua mão sai e ele pode ir embora livremente, caso contrário continua preso na armadilha.
Após um tempo, os nativos voltam e tranquilamente capturam os macacos que teimosamente recusam-se a largar as bananas.
O final é meio trágico, pois os macacos são capturados para serem comidos.
Talvez como eu, você deve estar achando inacreditável o grau de estupidez destes macacos, afinal basta largar a banana e ficar livre do destino de ir para a panela. Fácil demais.
O problema deve estar no grau exagerado que o macaco atribui à banana. Ela já está ali, na sua mão. Parece ser uma insanidade largá-la.
Achei essa história engraçada porque muitas vezes fazemos exatamente como os macacos! Você nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego/trabalho, mas insiste em permanecer mesmo sabendo que está cultivando um infarto?
Ou casais com relacionamentos completamente deteriorados que permanecem sofrendo, traindo e sendo traídos?
Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas que continuam adiando um novo caminho que trará de volta a alegria de viver?
Somos ou não somos os macacos?
A vida é preciosa demais para trocarmos por uma banana que, apesar de estar na nossa mão, pode levar-nos direto à panela. Nem sei, mas deve ter sido por milagre que não virei manjar. Insana ou não larguei a banana. Fácil? Nem um pouco!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MARAVILHAS

Estava eu no trânsito quando o carro, à minha frente, me fez piscar inúmeras vezes. Maravilhas/MG era o que dizia a placa. Uma cidade com esse nome? Nas minhas Gerais? Nunca tinha ouvido falar e encantada com o nome de um local assim, fui buscar informação. Quem nasce nesse povoado é maravilhense. Aqui, não gostei. Vê bem se iria perder a chance de me dizer sou ma-ra-vi-lho-sa no lugar de belorizontina. Uma coisa é fato: não preciso morar em Maravilhas (é no plural mesmo) para me sentir e pensar nas tais no dia-a-dia. Ultimamente, bem verdade, não ando assim. Arrumei uma bursite +  tendinite do supraespinhoso (ombro esquerdo) que vou contar: dói sem esforço e constantemente. Adiei por meses a ida nos meninos ortopedistas. Já sabia que iriam me enfiar naquele tubo horrível (ressonância magnética) para constatar o tamanho do estrago (palavras deles). Além disso, gelo quatro vezes ao dia (15 minutos) e sessões de fisioterapia. Preguiça pouca é bobagem. Dispor do tempo dessa maneira?! Mas, a dor - nada encantadora - venceu. Aí, penso no extraordinário funcionamento do nosso corpo: como se estivesse - o tempo todo - no piloto automático. Esqueço de agradecer (você também?), diariamente, por essa máquina maravilhosa. A gente só lembra que tem nádega quando surge um abscesso nela. Do mindinho do dedo do pé quando trinca. Do equilíbrio, quando acorda de madrugada numa crise de labirintite (oi?) com o quarto parecendo um carrossel. E do ombro, que não é só cabide de bolsa, quando arrebenta. E poderia ficar aqui listando por horas. Melhor então voltar a pensar, sentir e falar de Maravilhas diárias. Pequenas ou grandiosas que nos acontecem. Verdadeiros luxos e que não custam quase nada.
Acordar na sexta-feira sabendo que é dia da faxineira vir e deixar sua casa no capricho. E que você pode até se dar ao luxo de ir à manicure, pois não irá estragar suas unhas (pelo menos nas próximas 24 horas!) não é espetacular?
Outra maravilha é chegar da rua, nesses mais de noventa dias encalorados e sem uma gota de chuva sequer, e receber na bandeja um suco de abacaxi com hortelã, gelado, da vizinha de porta. Adoro essas delicadezas de antigamente. Como será que ela adivinhou? Aí a gente se refresca num chuveiro funcionando em perfeição (com todos os furinhos desentupidos) e deita na cama com lençóis brancos (amo), limpíssimos e deliciosamente cheirosos! Não é super ma-ra-vi-lho-so?
E quando estamos aborrecidos, problemas com o trabalho ou a falta de, receber um email confirmando um freela que vai salvar as contas do mês? Mais que maravilha! É como se todo o universo conspirasse a meu/nosso favor.
E caminhar, bem cedinho, sem pressa nem aflição, vendo os ipês floridos como se fossem só para você?
Ter passado os meses de liquidação e a gente nem ter se abalado por uma blusinha nova ou aquele vestido divino imperdível? É a glória!
Tem ainda aquele telefonema, fora de hora ou data especial, do filho, só querendo saber como foi seu dia e que está com saudades... A gente nem acredita, estranha, mas aí não há dúvidas: é maravilhoso esse viver! Mesmo não sendo em Maravilhas*.(RR)
*Com uma população de 7.000 habitantes é vizinha de Papagaios, Pitangui, Onça de Pitangui, Fortuna de Minas e fica somente a 120 km de BH. Por causa da abundância naquela região, de uma flor conhecida por bonina ou margarida do prado, a cidade passa a ser chamada de Maravilhas. Mirabilis jalapa, bonina, jalapa-verdadeira nome da flor originária do México. (Fonte: Wikipédia. Imagem:Internet)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

OUSADIA

Quando conto pra vocês que tudo acontece num encontro entre amigos não brinco. Já tínhamos bebido umas e outras quando Júnia, muito séria, pergunta à nossa anfitriã:
- Syl você sabe que tipo de sabão líquido está na pia do banheiro? Quais os componentes da fórmula?
- Não! Por causidiquê?
- É que quando fui lavar o rosto arderam, muito, meus olhos!!!
Como ambas estavam sem aquele adereço indispensável para moças na maior idade, sobrou para mim que estava com o meu já inseparável e fashion.
Caí na gargalhada. E elas, ansiosas, clamando por uma resposta. Leio uma das frases:
- Sabonete íntimo. Elaborado para a fase mais ousada da mulher!
- Como assim?! Perguntam.
As risadas desse num fazer nada - a uma da madrugada - não acordaram os que já estavam dormindo.
Na composição da fórmula tínhamos mentol e hortelã. Bem refrescante!
Atrevimento, coragem, audácia substantivos necessários para qualquer fase da vida. Às vezes esquecemos e em inércia acreditamos pertencerem – somente - à juventude. Quantas vezes ouvi autocríticas duras do tipo: estou me sentindo ridículo, isso não é para a minha idade, que impertinência...
Ficamos as três pensando em meio às risadas numa enquete para o dia seguinte. Qual seria a tal fase – considerada - para os meninos amados? Como nós mesmas divergíamos nas respostas, já antecipávamos as mesmas diferenças para eles.
A princípio reinou a cara de paisagem. Misto de desconfiança (o que querem, afinal, ouvir essas meninas?) e censura (pior que em tempos de ditadura).
Na seqüência o amarelado sorriso denunciante. E para finalizar o silêncio nada inocente. Mas afinal, há ou não a fase mais ousada da mulher? Ah e antes que me esqueça, vale a advertência da vivida VóJúnia que ficou com os olhinhos ardidos: "há que se aprender a ler as linhas e as pequeninas entrelinhas de qualquer rótulo"!(RR)


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

GATOS TÊM SETE VIDAS?

Conta a lenda que gatos têm sete vidas... Não sou chegada a bichanos de quatro patas, mas os selvagens de duas, misericórdia!
Esses últimos, de garras afiadas, não acreditam que nascem equipados com um incrível arsenal. Como os verdadeiros felinos conseguem viver em praticamente qualquer lugar até mesmo onde o deserto se fará, basta acreditar!
Seus sentidos aguçados os alertam - mais que qualquer sofisticado sistema suíço de segurança- para problemas ao seu redor. Por isso não se consegue apanhá-los de surpresa. São exímios velocistas a curta, médias e longas, longas distâncias. Sobem, rapidamente, em árvores, escadas altas e até na lua! Seu corpo flexível e fino, esportista o ajuda a passar em locais bem apertados, que nos dirá os que o espremem em angústia.
Tem o paladar apurado o que faz, diferentemente dos cães, não morrer envenenado com palavras sedutoras de sua única salvação.

Quando cai sete, levanta nove e endireita seu corpo ainda no ar para que tenha um pouso suave se é no chão duro - da realidade da vida - que lhe resta cair.
Mas gato selvagem não se domestica, não há vidros ou janelas que lhe prendam o olhar... Se for encurralado, não faz cerimônia para usar suas unhas!
Com todo esse jeito de ser ainda tem alguma dúvida de quantas vidas um selvagem gato tem? (RR)
(Imagem: Arquivo Pessoal e Karin Izumi)

domingo, 28 de novembro de 2010

DOMINGO É DIA DE CONFESSAR

Recebi da amiga, amada, Márcia Abobrinha. Imaginou que hoje sendo domingo, além de dia de tomar banho, vestir a tal roupa domingueira, eu precisava ir a missa e confessar meus pecados... Pois eu confesso: ri dimaiiiisssss da conta, sô! Além de rir (tava precisando e quase esquecendo como é bauumm) fiquei eu,aqui,pensando com o meu ladinho BIOS de ser. É tanto convite que a gente recebe prá participar de redes sociais, se falar, que isso anda atrasando minha tentativa evolutiva.  É um tal de facebook, orkut, msn, twitter, badoo,googlefriends e sei lá mais o que... E eu dizendo: gente, prestenção, não sei mexer nessas coisas nauuuummmm! Essas coisas é que andam mexendo comigo e me fazendo sentir "a" brotossaura nesse mundo ultra moderno. Tem alguém aí, disponível, prá uma acessoria básica??? Se careço aqui, vocês imaginam pra operacionalizar essas tantas outras coisas. É... Pra mim ainda é uma COISA! Dessas que a gente fala:  uma coisa doutro mundo! Enquanto não aparece algum ASPONE, dá prá continuar a conversar pessoalmente (minha preferência... que não troco, vendo, nem empresto), pelo telefone, aqui, e até mesmo por imeio? E, se um dia existir um confessionário desses, vocês podem ter certeza, já vou confessar: morro lotada, entupida de pecados, mas morro felizzzz dimaiiisss! (RR)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DESAFIANDO O DESAFIO...

Fui visitar a Minina-essência que deita palavras como só ela mesma, e lá tinha esse desafio, em forma de convite. Quando fui deixar um comentário agradecendo, apareceu uma novidade nessa minha peleja de BIOS que sou: "parece que vc não foi convidada para esse blog...entre em contato com o administrador". Como assim? Recebo um convite e não posso ir? Vou de penetra? Seria educado?rsrs De qualquer maneira e depois de algumas tentativas, bem parecidas com aquelas quando a gente tá muito afim de ir na tal festa, consegui! UFA...Começava a baixar em mim a síndrome da excluída...
Devo responder as sete perguntas apresentadas e no final indicar mais sete blogueiros para também respondê-las. Como já vi essa brincadeira em outros blogues (e a memória não tá ajudando nem um cadim) essa última parte vou "pular". Então, vamos lá...


7 coisas que pretendo fazer antes de morrer:

- Conhecer as Ilhas Maldivas

- Fazer o Caminho de Compostela (todas as "rotas")

- Escrever um livro de crônicas

- Dar uma festa, um baile dos tempos do século XIX, com todos os convidados vestidos à caráter e se possível até carruagens (tô jogando na mega-sena rsrs)

- Construir um "espaço especial" para receber determinados pacientes... (continuo jogando na mega-sena)

- Fazer um cruzeiro (o dia que eu deixar de enjoar...pq enjoo até em estrada com muitas curvas)

- Morar numa casinha entre as montanhas e o mar (bem isolada messssmo)



7 coisas que mais digo:

- Prestenção...

- Ah neimmmm!

- Tô falando grego???

- Vai pro meio de Machado!

- Calma, muiiiita calma nessa hora

- Tá brincando, né?

- Obrigaaaada!!!



7 coisas que faço bem:


- Falar em público

- Ouvir

- Trabalhar

- Arrumar uma mesa, enfeitar com flores cada cantinho da casa para acolher os amigos

- Comer (adoooooro)

- Organizar festas, jornadas, congressos

- Viver



7 defeitos meus:


- Deixar as coisas prá lá ... (dou uma boiada prá não entrar numa briga)

- Me isolar quando não estou bem...

- Acreditar que posso carregar todo mundo o tempo todo...

- Sofrer com a dor do outro...

-  Falta de disciplina

- Falar mais do que deveria...

- Impaciência (quero resolver tudo prá ontem)



7 coisas que amo:

- Minha família (meu patrimônio maior!)

- Minha casa (a de tijolos e a outra)

- Meus AMIGOS

- Arte (todas)

- A simplicidade grandiosa da Natureza

- O silêncio... da minha (in)quietude

- Minha profissão



7 qualidades:

- Transparência

- Ser amiga

- Alegria e bom humor

- Carinhosa

- Lealdade

- Fé

- Amorosidade

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O FUTURO PELA FRENTE E EU DE COSTAS PRÁ ELE...

Meu cunhado - Jorge - que vocês já conhecem, sensibilizado com a minha peleja com o novo celular me encaminhou essa mensagem. Jorginho, amado meu, TÔFORA rsrs. Vou arrumar uma tecnologia ultra, super, hiper moderna, que me transporte para os tempos passados... Vidinha simples, descomplicada, carruagens e príncipes encantados rsrs. Sei que você nem vai sentir falta de euzinha, pois saberá que vou estar FELIZ DA VIDA!!!! É muita modernidade para minha cabeça (só tenho o tico-teco funcionando). E antes que os aficcionados por essas tecnologias maravilhosas, politicamente corretas, facilitadoras das vidas me "apedrejem"... digo e repito o refrão: ADO, ADO, ADO, CADA UM NUM SEU QUADRADO!!!




"THE FUTURE AHEAD! (O futuro pela frente!)"
Pattie Maes, é pesquisadora-chefe do MediaLabs do MIT, (Massachussets Institute of Technology). Para quem não sabe, esse é um dos maiores, se não o maior, instituto de pesquisa científica do mundo.
Aqui ela apresenta o "Sexto Sentido", um dispositivo tecnológico que pode vir a mudar nossa vida no futuro.
As imagens que serão mostradas podem parecer estranhas no começo, mas insista e começará a entender a nova invenção que está sendo apresentada. Então, ao ver as suas aplicações diárias, comece a deixar o espanto tomar conta de você.
Se houver dificuldade com o inglês, note que, logo abaixo da tela do video, à esquerda, vem a opção "Subtitles Available in". Basta clicar no botão "languages", ao lado, e escolher legendas em Portuguese (Brasil). Isso se clicarem aqui link.
Preparem-se para ver o futuro.....

terça-feira, 29 de junho de 2010

HOMOTOXICOLOGIA: VIVENDO E APRENDENDO...SEMPRE!

Quem me conhece sabe que  desde sempre, e mais ainda a partir das minhas vivências num hospital geral, sou absolutamente a favor de uma visão integrada de todo e qualquer adoecimento. Também apregôo que, da mesma maneira que temos o direito de nascermos com dignidade, nossa morte também assim deveria ser.
Desde outubro de 2007 acompanho, dolorosamente, - um ser amadíssimo por mim, em sua luta contra um câncer devastador. É um guerreiro que vem me surpreendendo nesses quase três anos de guerra! Nesse mês tive a notícia que ele iria procurar um homotoxicologista e ao ser perguntada, pelo informante, se sabia do que se tratava, se conhecia o médico, e sem ter nenhum conhecimento e respostas a dar, corri atrás dos amigos doutores para questionar.
Cláudia, uma médica homeopata com a qual tive o prazer de trabalhar alguns anos na Clínica de Dor Crônica do hospital me esclareceu, forneceu trabalhos científicos e me "garantiu" que é uma das abordagens das quais comungo. Fiquei além de muito atraída por tal homo, com a certeza de que vou, brevemente, consultar também!



O que é Homotoxicologia?
A homotoxicologia é uma ciência que busca identificar a presença de substâncias tóxicas, venenosas ou daninhas acumuladas no organismo, através de alimentos, medicamentos, água, metais pesados, droga, fumo, radiações e outros que podem provocar danos ou lesões nos órgãos, além de enfermidades como alergias, infecções crônicas ou recorrentes, intoxicações e doenças auto-imunes.



Onde surgiu a Homotoxicologia?  

Originou-se na Alemanha, pelo médico Homeopata Dr. Hans-Heinrich Reckeweg na década de 50, e chegou ao Brasil apenas em 2002. Estima-se que na Alemanha, onde é muito popular, cerca de 50% dos médicos, incluindo os com formação alopática, receitam medicamentos homotoxicológicos. A teoria de Reckeweg trouxe uma explicação de como o corpo funciona na normalidade e na enfermidade. Definiu que o ser humano está exposto a uma série de substâncias tóxicas – as homotoxinas -  que são a causa das enfermidades. Esse termo – homotoxina (homo = homem) define todas as substâncias que são tóxicas para o homem. É importante lembrar que as substâncias não são tóxicas da mesma forma para todas as espécies viventes; é possível que o que é tóxico para uma espécie, não seja para outra, ou os graus sejam diferentes. Por isso a etimologia da palavra Homotoxicologia, seria o estudo da toxicidade e seus efeitos nos seres humanos. Reckeweg definiu dois tipos de substâncias homotóxicas:
- Homotoxinas exógenas: Aquelas que vieram de fora do organismo do paciente; geralmente provenientes da contaminação ambiental, alimentação, fármacos, drogas ilegais, etc.
- Homotoxinas endógenas: As produzidas dentro do organismo como parte do metabolismo normal ou anormal: bilirrubina, histamina, colesterol, etc.
A forma como Reckeweg concebeu a enfermidade, indubitavelmente se encontra em total acordo com a realidade funcional do organismo humano. Segundo ele, num primeiro momento o organismo consegue metabolizar e excretar as homotoxinas, mantendo-se saudável. Quando os mecanismos de limpeza começam a não ser mais suficientes, surge a doença. O acúmulo de homotoxinas nos diversos tecidos e órgãos de forma diferenciada definem os sintomas do paciente.
Na primeira fase da doença o organismo consegue excretar as homotoxinas, quer seja aumentando a capacidade de excreção, por meio de diarréia, poliúria (aumento da urina) ou aumento da sudorese.
Numa segunda fase o organismo lança mão da inflamação, onde as células de defesa do organismo (neutrófilos e macrófagos, principalmente) promovem a remoção das homotoxinas.
Quando esses dois mecanismos são insuficientes, as homotoxinas são depositadas e neutralizadas na matriz extracelular. Nessa fase as homotoxinas estão à espera que o organismo possa eliminá-las. Os aumentos amigdalianos, miomas e os adenomas de próstata são exemplos dessa fase.
Quando as homotoxinas persistem por muito tempo na matriz extracelular, estas sofrem um processo de polimerização, dificultando sua excreção. Nessa fase ocorre prejuízo da função da matriz extracelular causando perda da nutrição das células. O diabetes é um exemplo dessa fase.
Na fase cinco (degeneração), as homotoxinas lesam as células, causando alterações bioquímicas, enzimáticas e estruturais. Exemplos dessa fase são as artrites crônicas, lúpus, doenças degenerativas.
Na fase seis (desdiferenciação), as toxinas alcançam o núcleo das células. Altera-se a ordem genética e começam os processos de câncer.
O importante da visão da Homotoxicologia de Reckeweg é a concepção dinâmica, quer dizer, não se encaram as doenças como processos isolados, localizados em órgãos específicos e tratados como situações isoladas. Dessa forma, as doenças são manejadas segundo a fase em que se expressam.
As fases de excreção e inflamação não se devem suprimir com os remédios "anti" (p. ex. anti-diarréicos, anti-inflamatórios, etc). Deve-se sim modular os processos, controlá-los, não suprimi-los. Devem-se permitir ambas as fases cumpram sua função biológica, mas regulando-as para que não ocorra qualquer desequilíbrio.
Nas fases de deposição e impregnação, devem-se estimular os mecanismos do corpo para a eliminação das homotoxinas, como já propunha Hipócrates há 2800 anos. Devem-se evitar todas as formas a evolução para as fases celulares (degeneração e desdiferenciação). Nas fases celulares estamos diante de lesões bioquímicas e estruturais muitas vezes irreversíveis. Por isso a ação terapêutica é dar suporte estrutural, funcional e metabólico, permitindo ao corpo manter-se em equilíbrio, permitindo a vida com a melhor qualidade possível.
O médico com visão homotoxicológica, mediante uma história clínica muito bem feita, busca todos os fatores homotóxicos individuais do paciente, para estabelecer um tratamento integral. Fundamentalmente com mudanças no estilo de vida para cortar o ingresso de toxinas e farmacologicamente através da administração dos remédios antihomotóxicos, os quais basicamente estimulam a resposta imunitária do paciente, recuperando a capacidade do corpo para neutralizar e eliminar as toxinas.

Os medicamentos biológicos anti-homotóxicos ensinam o corpo a agir e, caso haja uma patologia semelhante no futuro, o corpo terá aprendido a reagir e precisará de menos ou nenhum medicamento para eliminar a doença, ao contrário dos medicamentos fármacos-químico que agem no lugar do corpo e até bloqueiam suas reações de defesa, não normalizando suas funções nem eliminando as agressões sobre o sistema.
Mesmo assim os medicamentos anti-homotóxicos, por não interagir com fármacos alopáticos, podem ser usados de modo complementar com estes, ao contrário de outros tipos de medicações. A Terapêutica Anti-homotóxica é calcada em princípios avançados de drenagem, imunização e estimulação. O tratamento é realizado com medicamentos dinamizados (bio-compatíveis e em acordes de potência).
É preciso explicar mais os motivos pelos quais vou, brevemente, consultar um especialista desses? Quero identificar, neutralizar (todas as toxinas), estimular e aumentar a imunidade das minhas células para assim melhorar, ainda mais, a minha qualidade de vida!   

Quanto ao meu amadíssimo, vai respondendo muito bem ao novo tratamento, mas eu continuo fazendo minhas orações e agradecendo pela dignidade merecedora nossa de cada dia!






sábado, 19 de junho de 2010

CARTEIRO: DÁ UMA SAUDADE...


Tenho saudades dos velhos tempos quando esperava, ansiosa, por uma carta. Na casa de minha mãe - só mulher - quando dava o horário do carteiro passar era um alvoroço só. Lembro-me, inclusive, do Seu Zé que não só sabia os nomes de cada uma de nós, mas que já adiantava se havia ou não algo para mim: “Hoje só tem para Léa e Mary”, “Só contas para D.Lucy”, “Regininha, hoje tenho algo para você”. Tanto quanto Seu Zé, essas cartas eram pessoais e personalizadas. Além da letra podia vir dentro delas uma pétala de flor, um pedacinho de algodão perfumado, uma figurinha com dizeres que me levavam à lua, um desenho feito com capricho, enfim, um pedacinho daquela pessoa. Quando fazíamos amigos ou namorados de outros estados, quanto mais distante maior a espera. E de outros países? Os cartões postais selados e carimbados me faziam, por si só, viajar através deles. Ainda tinha a música Mr.Postman, interpretada pelos Carpenters, para maximizar a espera. Lembram-se dela?
Veio toda essa modernidade que facilitou muito a comunicação e extinguiu além da  ansiosa espera, a pessoalidade. Minha irmã que mora em Sampa, de vez em quando, ainda me manda alguma coisa pelo correio. Eu não me lembrava quando fui à última vez, numa agência dos correios, até fazê-lo no mês passado. Era para enviar uns mimos, daqui das Minas Gerais, para uma amiga que mora na Espanha. UAU! Fiquei boquiaberta com tamanha organização: você retira da máquina uma senha, para ser recebida de acordo com o que quer – correspondência, telegrama, malote, encomenda, sedex – é rapidamente atendida e numa educação e paciência que quase não acreditei! No meu caso – um sedex – existem várias opções de acordo com o gosto, ou melhor, o bolso do freguês. Depois de tudo bem preenchido, organizado dentro da caixa, me entregaram um tíquete com uma numeração para que pudesse, via site dos correios, rastrear por onde andava meu sedex. Pode? A modernidade também chegou aos correios e meus mimos nas mãos devidas. A resposta dela chegou rapidinha: via e-mail! Tempos mais que modernos: práticos. Saudades do Seu Zé...

sábado, 5 de junho de 2010

QUEBRA DE ROTINA - 3º MOVIMENTO

Outro dia postei sobre o que é ser chique. Quando li, me lembrei na hora, de algumas regras de etiqueta que descobri escritas por minha mãe em seus guardados. Estão aqui postados e não se esqueçam, são do início do século passado! Deveríamos não só lembrar, mas além de praticá-las, ensinar a nossos filhos, netos e quiçá bisnetos. No tal livreto, recebido no concerto, tinha também sugestões, toques, regras de etiqueta em pleno século XXI para sermos chiques num concerto. Compartilho com vocês, pois como dizia minha avó: conhecimento não ocupa espaço!



"Para apreciar um concerto"
Silêncio
Ruídos podem criar um incômodo para a apreciação das obras e até mesmo dificultar a concentração dos músicos. Contribuir para o silêncio é fundamental para o ambiente do concerto.
Tosse: procure usar pastilhas para evitá-la durante a apresentação, mas cuidado com o barulho emitido ao abrir algumas embalagens de balas e pastilhas; caso esteja gripado ou com alguma irritação, lembre-se de aliviar os sintomas antes de entrar no concerto.
Aparelhos eletrônicos: os telefones celulares e quaisquer outros aparelhos sonoros devem ser desligados antes do início do concerto.
Aplausos: é tradição na música clássica aplaudir apenas no final das obras, que, muitas vezes, se compõem de duas, três ou mais partes, separadas por pausas. Não aplaudir nesses momentos resulta numa melhor interação do público com a orquestra. Consulte o programa e observe a atitude do regente e dos músicos.

Pontualidade
Atraso e procura de lugares depois de iniciado o concerto perturbam ouvintes, maestro e músicos. A pontualidade é essencial para a apreciação de um concerto. Depois do início da apresentação, a entrada só é permitida em momento oportuno, de acordo com a programação. Quando autorizado a entrar, ocupe um lugar vago ao fundo da sala, até o intervalo. Evite andar e trocar de poltrona durante a execução do concerto. Caso tenha de sair antes do final, aguarde o término de uma peça.

Leitura do programa
A leitura do programa oferece ao público uma oportunidade de conhecer mais sobre a música clássica e sobre os intérpretes que se apresentam no concerto, além de informações sobre os compositores, redigidas por especialistas. Encorajamos a leitura dos textos e o acompanhamento do concerto na página específica do roteiro do programa.
Já tive algumas oportunidades, no exterior, de saborosamente apreciar alguns concertos, óperas, musicais. Sempre recebi a programação e - se não estou atacada pela Síndrome de P.I.A. – nunca li tais sugestões. Será que é só aqui, nessas Minas Gerais, que não sabemos como apreciar um concerto? E olha que dizem - as boas línguas - que mineiro trabalha em silêncio!

MEMÉTICA

Recebi esse mimo com muito carinho da Milene (mais conhecida como Pétala Rosadinha) do blog http://petalarrosadinha.blogspot.com/. Fiquei curiosa dimaiiisss pra saber o significado da palavra e saí na busca de resposta. Abaixo aquilo que encontrei e adorei, pois descobri que somos todos, cada um em seus espaços e à sua maneira, MEMES. O(s) negrito(s) é meu, ok?
Um meme, termo cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller O Gene Egoísta, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros) e outros locais de armazenamento ou cérebros. No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma. O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética.
Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da "linguagem como vírus", afastando-o do propósito original de Dawkins, que procurava definir os memes como replicadores de comportamentos.
Ainda que tal possa surpreender alguns defensores da memética, conceitos similares ao de meme antecedem em muito a proposta de Dawkins, ocorrendo por exemplo no ensino Sufi, segundo o qual os Muwakkals são considerados como entes autónomos e elementares que constroem o pensamento humano.
A chave de todo ser humano é seu pensamento. Resistente e desafiante aos olhares, tem oculto um estandarte que obedece, que é a idéia ante a qual todos seus fatos são interpretados. O ser humano pode somente ser reformado mostrando-lhe uma idéia nova que supere a antiga e traga comandos próprios. (Ralph Waldo Emerson - Fonte: Wikipédia) 
A proposta é escrever sobre 6 coisas que as pessoas não sabem sobre mim. Mas, após muito pensar, percebi que vocês já sabem tudim e o pouquinho que ainda não sabem, vão ficar sabendo aos poucos rsrs.
Ofereço a: