
A psicóloga foi repreendida, censurada publicamente pelo C.F.P – “formado por muitos homossexuais deliberando em causa própria” e impedida de aceitar pacientes em busca do “tratamento”.
Apesar de na entrevista camuflar, além de si mesma, o que havia afirmado anteriormente sobre a homossexualidade, continua a sustentar sua linha de pensamento: “é um estado de ser, algo que pode passar dependendo da motivação da pessoa”.
Além disso, é categórica ao afirmar que “o ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Todos os movimentos de desconstrução social estudam o nazismo porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas”.
Se não bastassem suas incoerências, ausência de rigor técnico-teórico em sua “clínica”, nos brinda com mais essa pérola: “eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida”.
Mimo é agrado, carinho, presente. Numa relação rigorosa de trabalho psicoterápico, não é nossa função mimar pacientes. Acolhimento, escuta, direção do tratamento passa bem longe de “ter um conforto maior”.
Aliás, quem já se submeteu a um processo terapêutico sabe bem, o quão desconfortável é enfrentar seus fantasmas!
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