
Estava caminhando acelerada para o consultório quando uma senhora, elegante, me aborda:
-“Deixa eu te perguntar, você corta seu cabelo com quem?”
-“Deixa eu te perguntar, você corta seu cabelo com quem?”
E eu achando que ela iria me pedir uma informação de rua ou coisa parecida.
Resposta dada - ela já o conhecia de nome – pergunta ainda a localização, o valor, e afirmando que gostaria de um corte igual, agradece e segue seu caminho.
Seguindo o meu, agora mais acelerada ainda, fiquei achando o máximo aquela senhora- olhou, gostou, elogiou, perguntou e foi em frente. Quantas de nós fazem isso? A maioria das vezes ficamos olhando, olhando, quase “secando” a colega e não temos essa coragem...Já escrevi em outro post da dificuldade que percebo nas mulheres, principalmente, em elogiar e quando acontece recebe de resposta um acanhado “obrigado, imagina, são seus olhos!”
Chegando no meu andar reconheço e cumprimento um amigo de uma das minhas irmãs, que estava sentado nas cadeiras:
- É você Regina? Irmã da Lea?
- Isso mesmo! Tudo bem? Posso ajudar?
- Tudo. Estou aguardando minha dentista. Você está diferente! Fez alguma coisa?
- ???? Não!
- Emagreceu... (os ponteiros da minha balança não se moveram nem com reza braba!) Ah, já sei! É o corte do cabelo: te remoçou muito (putz... acho que, além da sra lá atrás ter mandado alguma msg telepaticamente pra ele, vamor ter que rever essa história de que nossos maridos, namorados, ficantes não percebem quando tiramos dois dedinhos das pontas), você está ótima!
Agradeci o elogio “remoçada” – bem melhor que conservada – e entrei pra começar mais uma tarde de trabalho.
Dessa história, que me fez rir sozinha em vários momentos, restou a lembrança de marcar salão para cortar o tal cabelo - já faz dois meses que ele não vê uma tesoura - e de que é muiito bom ganhar elogios assim, inesperadamente.
Resposta dada - ela já o conhecia de nome – pergunta ainda a localização, o valor, e afirmando que gostaria de um corte igual, agradece e segue seu caminho.
Seguindo o meu, agora mais acelerada ainda, fiquei achando o máximo aquela senhora- olhou, gostou, elogiou, perguntou e foi em frente. Quantas de nós fazem isso? A maioria das vezes ficamos olhando, olhando, quase “secando” a colega e não temos essa coragem...Já escrevi em outro post da dificuldade que percebo nas mulheres, principalmente, em elogiar e quando acontece recebe de resposta um acanhado “obrigado, imagina, são seus olhos!”
Chegando no meu andar reconheço e cumprimento um amigo de uma das minhas irmãs, que estava sentado nas cadeiras:
- É você Regina? Irmã da Lea?
- Isso mesmo! Tudo bem? Posso ajudar?
- Tudo. Estou aguardando minha dentista. Você está diferente! Fez alguma coisa?
- ???? Não!
- Emagreceu... (os ponteiros da minha balança não se moveram nem com reza braba!) Ah, já sei! É o corte do cabelo: te remoçou muito (putz... acho que, além da sra lá atrás ter mandado alguma msg telepaticamente pra ele, vamor ter que rever essa história de que nossos maridos, namorados, ficantes não percebem quando tiramos dois dedinhos das pontas), você está ótima!
Agradeci o elogio “remoçada” – bem melhor que conservada – e entrei pra começar mais uma tarde de trabalho.
Dessa história, que me fez rir sozinha em vários momentos, restou a lembrança de marcar salão para cortar o tal cabelo - já faz dois meses que ele não vê uma tesoura - e de que é muiito bom ganhar elogios assim, inesperadamente.
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