
Apesar de ser feriado, e com isso o trânsito era uma bênção, SAMPA estava lotada de turistas em função de vários eventos e principalmente a 13ª Parada GLVT** que ocorreria no domingo. As lojas então nem se fala - era também dia dos namorados - necessário se fez, exercitar as lições de paciência e bom humor.
Fomos à FNAC e Livraria Cultura e as duas horas lá dentro passaram em puro prazer. As pessoas lêem seus livros, sentados confortavelmente nos muitos sofás espalhados pelos andares, como se estivessem em suas casas. Trocam informações, puxam conversa, dão dicas, paqueram, são paqueradas (tudo muito intelectualmente rsrsrs) e às vezes estabelecem amizades entre um capítulo e outro.
Bem antes de ir para SP, havia pedido à Mary que comprasse ingressos para vermos uma peça que estrearia nessa semana, pois do contrário sem chances. Assim, à noite, fomos assistir GLORIOSA.
Após temporada no Rio de Janeiro, a atriz Marília Pêra chegou ao palco do Teatro Procópio Ferreira para comandar a comédia musical Gloriosa. Marília vive Florence Jenkins, "a pior cantora do mundo", que não acertava uma nota, porém acreditava que tinha talento.
Florence Foster Jenkins era a piada mais popular de Nova Iorque nos anos 40 do século passado. Os ingressos para os recitais anuais que protagonizava no Hotel Ritz eram disputados a tapa, ainda que sua performance fosse a mais terrível. Marília divide o palco com Guida Vianna e Eduardo Galvão no espetáculo de Cláudio Botelho e Charles Möeller.
Com texto de Peter Quilter, o espetáculo Gloriosa teve sua estreia mundial em agosto de 2005, no Birmingham Repertory Theatre, na Inglaterra, e tornou-se a peça mais vendida na história daquele teatro. A montagem inglesa ganhou os prêmios Theatregoers e Laurence Olivier Award na categoria Melhor Comédia Musical. Em 2006 e 2007, Gloriosa foi encenada em mais de 20 países.
Ela está gloriosa no papel! Um humor sutil que arrancou várias risadas de um teatro totalmente lotado. Alimentados na alma, fomos para a 1.900 alimentar a matéria, porque afinal, ninguém é de ferro.
Florence Foster Jenkins era a piada mais popular de Nova Iorque nos anos 40 do século passado. Os ingressos para os recitais anuais que protagonizava no Hotel Ritz eram disputados a tapa, ainda que sua performance fosse a mais terrível. Marília divide o palco com Guida Vianna e Eduardo Galvão no espetáculo de Cláudio Botelho e Charles Möeller.
Com texto de Peter Quilter, o espetáculo Gloriosa teve sua estreia mundial em agosto de 2005, no Birmingham Repertory Theatre, na Inglaterra, e tornou-se a peça mais vendida na história daquele teatro. A montagem inglesa ganhou os prêmios Theatregoers e Laurence Olivier Award na categoria Melhor Comédia Musical. Em 2006 e 2007, Gloriosa foi encenada em mais de 20 países.
Ela está gloriosa no papel! Um humor sutil que arrancou várias risadas de um teatro totalmente lotado. Alimentados na alma, fomos para a 1.900 alimentar a matéria, porque afinal, ninguém é de ferro.
OBS:** Como já havia prometido para muitas pessoas, logo logo estarei escrevendo aqui, psicanaliticamente, sobre homossexualidade.
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