

O Mercado Municipal de São Paulo é outro ponto gostoso de ir. Comer, no mezanino do mercado, o famoso pastel de bacalhau ou o sanduíche de mortadela, acompanhados por um “chops” valeu por todas as calorias adquiridas (ai,ai,ai).
Quando percebo, começam a passar o DVD do Victor e Leo e eu, sem a menor cerimônia, começo a cantar e a dançar. Paulistano é sério, mantém a pose até mesmo comendo sanduíche de mortadela no mercado!!! Pode? Pois não é, que na minha alegria e filosofia de que, a vida é agora, primeiro os garçons, caixas, atendentes e logo depois os, até então, sérios paulistanos, se uniram a mim e deixaram fluir? Foi uma alegria só, que durou até o fechamento do mercado às 18hs.
Fomos assistir também a peça “Como passar em concurso público”, da G7 Companhia de Comédia. Não criamos muitas expectativas, pois era uma das poucas peças que conseguimos ingressos para o dia. O espetáculo gira em torno das tentativas de José Brasil, um concurseiro, cujo sonho é se tornar técnico judiciário, de conseguir uma vaga em uma repartição. Desde que nasceu, José ouve de seus pais que esse é o melhor caminho. Em uma sequência de esquetes que misturam caretas - às vezes hilárias, como a tradutora evangélica para surdos possuída pelo diabo, às vezes exageradas -, e piadas que pegam os pontos fracos dos concurseiros, a companhia faz uma paródia do desespero dos candidatos, mostrando os segredos para se conseguir uma vaga no funcionalismo. São dicas "valiosas": estudar 24 horas por dia, 7 dias por semana, e, na dúvida, marcar a alternativa correta. Também pode funcionar a folha branca do descarrego do gabarito do concurso, vendida por um pastor, ou matar o japonês da primeira fila. Só não adianta apelar para Deus, porque, ao menos para a G7, ELE não sabe a diferença entre direito tributário e trabalhista. Demos muitas risadas para além de nossas expectativas!
Outro ponto que me chamou a atenção foram os preparativos da 13a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Com o tema "Sem homofobia, mais cidadania - Pela isonomia dos direitos" toda a Av.Paulista foi cuidadosamente preparada para o evento. Não sei se, atualmente, esse evento atinge seus objetivos maiores de lutar contra a violência e o preconceito. Percebi que se tornou mais uma "atração turística" de S.P. e que muitas pessoas vão para se divertirem. De qualquer maneira, ainda penso que devemos falar, conversar, debater, perguntar, ouvir, esclarecer, tirar dúvidas, demistificar sobre tudo que está ligado à homossexualidade (assunto que escreverei em breve).
Terminei essa ida a S.P. totalmente www.todentro.com. saboreando, o menu de degustação do Arábia (mais calorias...) e ouvindo como resposta de minha irmã, que queria tirar retrato - "você não vai me fazer pagar esse mico?" - com o ator Eduardo Galvão (ele tb atua em Gloriosa) e estava sozinho na mesa ao lado: "ninguém aqui paga as minhas contas!"
Realmente, Mary, você tem toda razão: ninguém paga suas contas e sua vida te pertence, mas que eu fiquei aliviada, enquanto você procurava a máquina na bolsa e o "Edu" foi embora, lá isso eu fiquei! Até a próxima SAMPA.! Obrigada por dias tão deliciosos.
Quando percebo, começam a passar o DVD do Victor e Leo e eu, sem a menor cerimônia, começo a cantar e a dançar. Paulistano é sério, mantém a pose até mesmo comendo sanduíche de mortadela no mercado!!! Pode? Pois não é, que na minha alegria e filosofia de que, a vida é agora, primeiro os garçons, caixas, atendentes e logo depois os, até então, sérios paulistanos, se uniram a mim e deixaram fluir? Foi uma alegria só, que durou até o fechamento do mercado às 18hs.
Fomos assistir também a peça “Como passar em concurso público”, da G7 Companhia de Comédia. Não criamos muitas expectativas, pois era uma das poucas peças que conseguimos ingressos para o dia. O espetáculo gira em torno das tentativas de José Brasil, um concurseiro, cujo sonho é se tornar técnico judiciário, de conseguir uma vaga em uma repartição. Desde que nasceu, José ouve de seus pais que esse é o melhor caminho. Em uma sequência de esquetes que misturam caretas - às vezes hilárias, como a tradutora evangélica para surdos possuída pelo diabo, às vezes exageradas -, e piadas que pegam os pontos fracos dos concurseiros, a companhia faz uma paródia do desespero dos candidatos, mostrando os segredos para se conseguir uma vaga no funcionalismo. São dicas "valiosas": estudar 24 horas por dia, 7 dias por semana, e, na dúvida, marcar a alternativa correta. Também pode funcionar a folha branca do descarrego do gabarito do concurso, vendida por um pastor, ou matar o japonês da primeira fila. Só não adianta apelar para Deus, porque, ao menos para a G7, ELE não sabe a diferença entre direito tributário e trabalhista. Demos muitas risadas para além de nossas expectativas!
Outro ponto que me chamou a atenção foram os preparativos da 13a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Com o tema "Sem homofobia, mais cidadania - Pela isonomia dos direitos" toda a Av.Paulista foi cuidadosamente preparada para o evento. Não sei se, atualmente, esse evento atinge seus objetivos maiores de lutar contra a violência e o preconceito. Percebi que se tornou mais uma "atração turística" de S.P. e que muitas pessoas vão para se divertirem. De qualquer maneira, ainda penso que devemos falar, conversar, debater, perguntar, ouvir, esclarecer, tirar dúvidas, demistificar sobre tudo que está ligado à homossexualidade (assunto que escreverei em breve).
Terminei essa ida a S.P. totalmente www.todentro.com. saboreando, o menu de degustação do Arábia (mais calorias...) e ouvindo como resposta de minha irmã, que queria tirar retrato - "você não vai me fazer pagar esse mico?" - com o ator Eduardo Galvão (ele tb atua em Gloriosa) e estava sozinho na mesa ao lado: "ninguém aqui paga as minhas contas!"
Realmente, Mary, você tem toda razão: ninguém paga suas contas e sua vida te pertence, mas que eu fiquei aliviada, enquanto você procurava a máquina na bolsa e o "Edu" foi embora, lá isso eu fiquei! Até a próxima SAMPA.! Obrigada por dias tão deliciosos.
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