



1) Museu da Língua Portuguesa
2) Estação da Luz
3) Pinacoteca do Estado de São Paulo
4) Estação Pinacoteca - Memorial da Resistência.
Ainda hoje me pergunto se realmente estive em São Paulo depois dos passeios de sábado. A gente fala sempre, com euforia, do que vemos no estrangeiro: museus, patrimônios históricos, arquitetura, artes, praias, hotéis, resorts... Temos muito o que conhecer, admirar e principalmente valorizar nesse Brasil imenso, diverso e maravilhoso. Por vários motivos, ainda não tinha ido conhecer esse “pedaço” magnífico de São Paulo.
A Estação da Luz ocupa 7.500 metros quadrados do Jardim da Luz e foi construída entre 1895 e 1901 para substituir a primitiva estação de 1867, idealizada pelo barão de Mauá. A estação, com projeto de estilo vitoriano e material importado, já nasceu como a principal da Companhia São Paulo Railway e tinha como responsável o engenheiro James Ford. Marco histórico para a cidade, foi responsável pelo escoamento da produção de café. O seu relógio era referência para acertos na cidade.Em 1946, um incêndio quase destruiu o local, que foi reconstruído com algumas alterações. O complexo arquitetônico de 1901 foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat), em 1982. A Estação da Luz passou por um processo de restauração. A parte interna, as fachadas laterais e a principal foram concluídas no aniversário de 450 anos da cidade de São Paulo. O local abriga também o Museu da Língua Portuguesa, um centro de referência do nosso idioma com exposições, sala de capacitação para professores, palestras, sala de consultas e eventos culturais.
"Os limites de minha linguagem são os limites do meu mundo". (Ludwig Wittgenstein)
Ainda hoje me pergunto se realmente estive em São Paulo depois dos passeios de sábado. A gente fala sempre, com euforia, do que vemos no estrangeiro: museus, patrimônios históricos, arquitetura, artes, praias, hotéis, resorts... Temos muito o que conhecer, admirar e principalmente valorizar nesse Brasil imenso, diverso e maravilhoso. Por vários motivos, ainda não tinha ido conhecer esse “pedaço” magnífico de São Paulo.
A Estação da Luz ocupa 7.500 metros quadrados do Jardim da Luz e foi construída entre 1895 e 1901 para substituir a primitiva estação de 1867, idealizada pelo barão de Mauá. A estação, com projeto de estilo vitoriano e material importado, já nasceu como a principal da Companhia São Paulo Railway e tinha como responsável o engenheiro James Ford. Marco histórico para a cidade, foi responsável pelo escoamento da produção de café. O seu relógio era referência para acertos na cidade.Em 1946, um incêndio quase destruiu o local, que foi reconstruído com algumas alterações. O complexo arquitetônico de 1901 foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat), em 1982. A Estação da Luz passou por um processo de restauração. A parte interna, as fachadas laterais e a principal foram concluídas no aniversário de 450 anos da cidade de São Paulo. O local abriga também o Museu da Língua Portuguesa, um centro de referência do nosso idioma com exposições, sala de capacitação para professores, palestras, sala de consultas e eventos culturais.
"Os limites de minha linguagem são os limites do meu mundo". (Ludwig Wittgenstein)
Recursos de interatividade e tecnologia para apresentar os conteúdos, são os diferenciais de um dos museus mais frequentados do Brasil. O acervo é exposto de forma inovadora e inusitada. A visitação é feita de cima para baixo. No auditório do terceiro andar pode ser assistido um vídeo de dez minutos sobre o surgimento da língua portuguesa. Depois a pessoa passa para a Praça da Língua, onde um audiovisual, com textos projetados por toda a sala, ilustra a riqueza do idioma falado no Brasil.
"Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura". (João G. Rosa)
No segundo andar uma galeria exibe uma tela de 106 metros com projeções simultâneas de filmes sobre o uso cotidiano do português. Totens - esta seção leva o nome de “Palavras Cruzadas” - explicam as várias influências de outros povos e línguas na formação do idioma. Uma linha do tempo que mostra a história do idioma e uma sala (Beco das Palavras) com jogo eletrônico didático sobre a origem e o significado das palavras encantam pelos recursos interativos. Completa este andar uma exposição de painéis que mostram a história do prédio que abriga o museu e a Estação da Luz.
No segundo andar uma galeria exibe uma tela de 106 metros com projeções simultâneas de filmes sobre o uso cotidiano do português. Totens - esta seção leva o nome de “Palavras Cruzadas” - explicam as várias influências de outros povos e línguas na formação do idioma. Uma linha do tempo que mostra a história do idioma e uma sala (Beco das Palavras) com jogo eletrônico didático sobre a origem e o significado das palavras encantam pelos recursos interativos. Completa este andar uma exposição de painéis que mostram a história do prédio que abriga o museu e a Estação da Luz.
"Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo". (Álvaro de Campos)
Por fim, o primeiro andar possui um espaço para mostras temporárias. A inauguração homenageou "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa. Já houve também exposições sobre Clarice Lispector e Gilberto Freyre. Até 14/06 estava, a que visitei, “Palavras sem fronteiras – Mídias convergentes” baseada na obra homônima de Sergio Corrêa da Costa. Os elevadores do museu também compõem o espaço expositivo, pois tem vista panorâmica para a Árvore da Palavra, uma escultura de 16 metros criada pelo artista Rafic Farah, e ainda oferecem áudio que repete um mantra composto por Arnaldo Antunes!
"Não facilite com a palavra amor". (Carlos Drumond de Andrade)
Por fim, o primeiro andar possui um espaço para mostras temporárias. A inauguração homenageou "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa. Já houve também exposições sobre Clarice Lispector e Gilberto Freyre. Até 14/06 estava, a que visitei, “Palavras sem fronteiras – Mídias convergentes” baseada na obra homônima de Sergio Corrêa da Costa. Os elevadores do museu também compõem o espaço expositivo, pois tem vista panorâmica para a Árvore da Palavra, uma escultura de 16 metros criada pelo artista Rafic Farah, e ainda oferecem áudio que repete um mantra composto por Arnaldo Antunes!
"Não facilite com a palavra amor". (Carlos Drumond de Andrade)
Tudo na Pinacoteca do Estado de São Paulo transpira cultura. O prédio por ela ocupado hoje foi projetado por Ramos de Azevedo em 1897 para constituir o Liceu de Artes e Ofícios. Suas paredes de tijolos não revestidos e amplas janelas passaram por uma reforma recente. Hoje, o prédio conta com salões restaurados, pátios internos cobertos, telhado recuperado, projeto luminotécnico adequado à exposição cultural, entre outras modernizações.A Pinacoteca do Estado de São Paulo abriga importantes exposições nacionais e internacionais. Além disso, conta com um acervo permanente com mais de 4 mil peças, reunindo trabalhos de expoentes da arte brasileira e mundial. As visitas monitoradas e lanchonete totalmente integrada ao clima artístico fazem parte da estrutura de recepção ao visitante, que sai das dependências simplesmente deslumbrado, como eu fiquei, com a qualidade de tudo o que constitui a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Já a Estação Pinacoteca e o Memorial da Resistência é o depositário de uma história repleta de significados. É um monumento/documento que nos permite "recordar" enquanto sinal do passado, e "informar", por seu significado econômico, político, social e cultural. O prédio (inaugurado em 1914) foi originalmente construído para abrigar os escritórios e armazéns da Companhia Estrada de Ferro Sorocaba. Em 1919, diante do crescimento da cidade e da ferrovia, a direção da companhia, decidiu investir à altura do progresso surgindo assim a Estação Júlio Prestes (que hoje abriga a Sala São Paulo).
Já a Estação Pinacoteca e o Memorial da Resistência é o depositário de uma história repleta de significados. É um monumento/documento que nos permite "recordar" enquanto sinal do passado, e "informar", por seu significado econômico, político, social e cultural. O prédio (inaugurado em 1914) foi originalmente construído para abrigar os escritórios e armazéns da Companhia Estrada de Ferro Sorocaba. Em 1919, diante do crescimento da cidade e da ferrovia, a direção da companhia, decidiu investir à altura do progresso surgindo assim a Estação Júlio Prestes (que hoje abriga a Sala São Paulo).
Inaugurada a nova estação e para lá transferidos os escritórios da Cia., este edifício sofreu várias reformas, mudou de função e passou a abrigar em 1940 a Delegacia Especializada de Explosivos, Armas e Munições, vinculada ao DEOSP/SP (Departamento Estadual de Ordem Política e Social de SP).
Hoje, além de ser um espaço para o desenvolvimento de inúmeras atividades museológicas no campo das artes visuais, é também um lugar dedicado à preservação da memória da resistência e da repressão, para que as novas gerações encontrem, aqui, não só as informações sobre as atrocidades da repressão, mas sobretudo, as inspirações para a valorização da solidariedade, dos princípios democráticos e do respeito à diferença!
É com essa frase que iniciamos e terminamos nossa visita: "ENQUANTO LEMBRAMOS TUDO É POSSÍVEL". (Elie Wiesel)
É com essa frase que iniciamos e terminamos nossa visita: "ENQUANTO LEMBRAMOS TUDO É POSSÍVEL". (Elie Wiesel)
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