
Já confirmei também, muito antes de receber e-mails sobre o assunto, que viajar é uma das formas mais precisas de se conhecer, realmente, alguém. E de que duas pessoas jamais saem da mesma experiência levando as mesmas memórias – fácil de confirmar quando pedimos dicas às pessoas que já foram naquele local.
Algumas pessoas viajam para ver e ticar sua lista. Eu viajo para enxergar, ouvir, degustar, respirar e sentir. O número de quilômetros que percorremos, nada tem a ver com os verdadeiros prazeres proporcionados pela viagem; a beleza inerente ao mundo, assim como a sensação de descoberta que ela nos promete, está em toda parte à nossa volta.
Ultimamente, quando peço dicas às pessoas, tenho ouvido muito a expressão - “dá um perdido” – que traduzo assim: dê a si mesma o direito (estimule) de enveredar por desvios inesperados e até se perder! Quando estamos “perdidos” enfrentamos uma outra jornada: para o interior de nós mesmos, o mais desconhecido, estranho e menos explorado território. Podemos dessa forma, bem diferente, nos desbravar de maneira única... Não existem viagens ruins, só boas histórias para serem contadas na volta. Eu sou absolutamente www.tôdentro.com viagens! Vamos viajar?
Exatamente.Só com uma pequena diferença. Você escreve muito chic. Eu largo a mão e vai saindo o que me vem a cabeça. Cada um no seu estilo. Seu jeito de contar é muito legal. To aprendendo. Como sempre. obrigada
ResponderExcluirbjins