
Desde 1929 o Vaticano – centro de poder para os católicos de todo o mundo e Estado soberano – é governado pelo papa. Mais de mil pessoas vivem aqui, trabalhando nas instalações. Há um correio, lojas, a rádio Vaticano que transmite para o mundo todo em 20 línguas, um jornal diário, escritórios, biblioteca e uma editora. Os palácios papais, ao lado de São Pedro, abrigam os Museus do Vaticano, uma das coleções de arte mais importantes do mundo. Aqui encontramos a capela Sistina com afrescos de Michelangelo, as salas de Rafael, Botticelli, Perugino, Giotto, Caravaggio, Ticiano, Leonardo e muitos outros. Ver todo o trabalho de Miguelangelo no teto da Capela Sistina me fez pensar que uma máquina, nas mãos de um excelente fotógrafo, capta imagens incríveis que podemos ver nas ilustrações de livros, guias, internet... Mas o que nossos olhos vêem e o coração registra, não há megapixels que substitua!
Foi envolvida nessa emoção, que cheguei a Praça de São Pedro e adentrei em sua Basílica. Tudo aquilo que sempre vi através da telinha da TV ou da telona do cinema, foi por água abaixo. Fiquei de boca aberta, queixo caído, embasbacada, abobada com a suntuosidade de toda decoração, sob a enoooorme cúpula de Michelangelo. A famosa escultura de mármore – Pietá – que Michelangelo concluiu quando tinha 25 anos, foi minha anfitriã. Andando pelos seus 187 metros de comprimento, toda revestida em mármore, fui vendo suas onze capelas, seus quarenta e cinco altares, além de muitas obras de arte. É de uma grandiosidade que pude compreender, um pouco mais, o poder da Igreja e do papado ao longo de toda a história. Além disso, lembraram-me que é exatamente a Basílica de São Pedro que ultrapassa em qualquer estilo todas as catedrais do mundo!
À noite para me despedir da Itália e dos romanos, fomos a um restaurante bem típico, “IL COLIBRI”, saborear Bruschettas, presunto Parma com figos e melões que derretiam na boca, Penne alla Carbonara, corações de alcachofra...Tudo isso acompanhado de belíssimos italianos, regados a um Brunello di Montalcino e coroado com a mais vívida compreensão do que é “BEL FAR NIENTE” = A beleza de não fazer nada! Para a Itália, especialmente Roma, estarei sempre www.tôdentro.com. No dia seguinte Portugal me aguardava...
A Sistina realmente é de deitar no chão prá admirar...literalmente. Lembro que quando fui conhece-la, não sei se a ansiedade era muito grande, mas achei o caminho o mais longo do mundo. Você também achou isso?
ResponderExcluirQuanto a Roma, hummmm....posso voltar sempre que sempre me dislumbrarei. Adoro.
bjins
ieda
Ieda, achei tb! Tudo muito gigantesco e na realidade quando entrei, fiquei meio decepcionada...atribuí ao calor, à super lotação, aos "shii" dos guardas o tempo todo mandando o povão calar as manifestações de êxtase. Agora é como tentei escrever: eu fiquei abobada com Roma!
ResponderExcluirBeijuuss no coração