
Aqui, de maneira especial, lembrei-me de cada amigo artista e só não tive um torcicolo, porque D’US não quis... Tanta beleza para se ver, somente caminhando, que como um periscópio, meu pescoço girava 360 graus com facilidade. Foi na UFFIZI – maior museu de arte da Itália – que vi com esses olhos que a terra há de comer “A Sagrada Família” de Michelangelo, “O Nascimento de Vênus” de Botticelli, “Madona com Pintassilgo” de Rafael, “Vênus de Urbino”de Ticiano, “Anunciação” de Leonardo da Vinci e muitas outras.
A parte histórica de Florença é surpreendentemente compacta e a maioria das atrações é facilmente acessível a pé: o Duomo, o Campanário, o Batistério, a Piazza della Signoria o Palazzo Vecchio, a igreja de Santa Croce (com afrescos de “Giotto”), Santa Maria Novella (a outra grande igreja florentina)... Haja pernas e fôlego!
Do outro lado da Ponte Vecchio e do rio Arno, que divide a cidade, fica o bairro de Oltrarno com o Palazzo Pitti e os jardins de Boboli.
Mas foi na Galleria dell’Accademia que ao ver o original “Davi” de Michelangelo, não perdi o fôlego, parei de respirar! É indizível... Não há fotografia que consiga retratar tamanha maravilha.
Fomos ainda no Mercato Centrale – rua de San Lorenzo – e como qualquer mercado tem de um tudo. Foi aqui que aprendi a expressão “va fanculo”(dispensa tradução) que por muitas vezes tive vontade mas não coragem, de usá-la com alguns italianos. E no Mercato Nuovo esfreguei o nariz de metal do javali/porccolino que diz a lenda, me fará voltar logo a Florença.
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