



Cheguei em Lisboa com Fernando Pessoa e não podia estar mais bem acompanhada. Não entendo o motivo que os brasileiros não incluem Lisboa no seu roteiro de viagem ou não falam dela com encantamento. A cidade é limpa, o clima super agradável – sem aquele “scaldo” italiano – as pessoas educadas e gentis full time! Eles possuem um bom humor da hora que nos recebem para o café da manhã, até quando vamos nos recolher. É um tal de “como posso ajudá-la” prá cá, “gostou dos passeios” prá lá, que a gente se sente realmente única! Comi bacalhau todos os dias e de todas as formas: a Brás (bem popular, desfiado, misturado com batata palha e ovos mexidos) à moda da casa, a nata, assado com batatas a murro. Compramos um cartão que dava direito a andar de metrô, ônibus e bonde... uma aventura. E foi de bondinho que conheci o Castelo de São Jorge, o Mosteiro dos Jerônimos que abriga os túmulos de Vasco da Gama, Camões e Fernando Pessoa, o Chiado, bairro alto, Alfama.
Depois de visitarmos a Torre de Belém passamos pela confeitaria – existente desde 1837 – dos imperdíveis Pastéis de Belém... É T.D.B. Já sem nenhum peso na consciência, e com excesso de peso italiano, deliciei-me com aquela massa folhada, recheada de ovos que sai a cada fornada fumegando- voltar ao peso "normal" deixei para me ocupar aqui no Brasil- Não sei se há algo melhor neste mundo! Fiquei sabendo que eles vendem uma média de 14 mil pastéis por dia!!!
Com uma dica da jornalista Anna Marina Siqueira, contratamos um motorista – Seu Simão – que nos levou a Sintra e conheci uma das sete maravilhas de Portugal: o Palácio da Pena, antiga residência de verão da realeza. Comi, de joelhos, na Piriquita as famosas “queijadas de Sintra” e deitei a boca em seus “travesseiros”. Seguimos até o Cabo da Roca “Aqui... Onde a terra se acaba e o mar começa...” o ponto mais ocidental do continente europeu. Uma visão só mesmo assim descrita por Camões. Enquanto continuávamos nosso tour por Cascais, Estoril, Queluz, Seu Simão dirigindo sua Mercedes me pergunta:
- Ô Dona Regina, a Sra. sabe a diferença entre um padre e uma Mercedes?
- Não!
- O padre reza e a Mercedes Benz!
Como já havia dito, o português é amável, bem humorado e ainda com muitas curiosidades e histórias prá contar, retornei ao Brasil agradecida e abobada com tudo intensamente vivido.
Depois de visitarmos a Torre de Belém passamos pela confeitaria – existente desde 1837 – dos imperdíveis Pastéis de Belém... É T.D.B. Já sem nenhum peso na consciência, e com excesso de peso italiano, deliciei-me com aquela massa folhada, recheada de ovos que sai a cada fornada fumegando- voltar ao peso "normal" deixei para me ocupar aqui no Brasil- Não sei se há algo melhor neste mundo! Fiquei sabendo que eles vendem uma média de 14 mil pastéis por dia!!!
Com uma dica da jornalista Anna Marina Siqueira, contratamos um motorista – Seu Simão – que nos levou a Sintra e conheci uma das sete maravilhas de Portugal: o Palácio da Pena, antiga residência de verão da realeza. Comi, de joelhos, na Piriquita as famosas “queijadas de Sintra” e deitei a boca em seus “travesseiros”. Seguimos até o Cabo da Roca “Aqui... Onde a terra se acaba e o mar começa...” o ponto mais ocidental do continente europeu. Uma visão só mesmo assim descrita por Camões. Enquanto continuávamos nosso tour por Cascais, Estoril, Queluz, Seu Simão dirigindo sua Mercedes me pergunta:
- Ô Dona Regina, a Sra. sabe a diferença entre um padre e uma Mercedes?
- Não!
- O padre reza e a Mercedes Benz!
Como já havia dito, o português é amável, bem humorado e ainda com muitas curiosidades e histórias prá contar, retornei ao Brasil agradecida e abobada com tudo intensamente vivido.
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