Não importa onde estamos, numa mesa de bar ou no divã do analista, nossa mente nunca para e nossos medos e desejos nunca nos abandonam. Nem por um instante nos separamos do que realmente somos e, por mais difícil que seja, não controlamos cem por cento nossas atitudes. Se Freud, após 40 anos de estudo da mente humana, continuou com várias dúvidas sobre o ser humano, quem sou eu ou você para julgar as “crises histéricas” da melhor amiga? Só Freud explica!?!
Coisas simples que todos vivemos,pensamos,sentimos e nem sempre conseguimos partilhar. Assuntos, temas, extraídos da minha experiência clínica e do meu cotidiano. Em alguns você pensará: tô fora... Em outros: tô dentro...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

HAVANA ou HABANA como quieras



Na primeira manhã em Havana saí em excursão pelos pontos mais importantes da cidade. Na Praça da Revolução está localizado o memorial de José Martí. Cultuado em Cuba como o grande mártir da independência do país em relação à Espanha. Para ele, a luta deveria ser uma verdadeira transformação cubana em todos os aspectos: econômico, político e social. Os ideais de Martí, junto com o marxismo-leninismo, guiam a política de Cuba até hoje. Sua frase: “Libertad es el derecho que todo hombre tiene a ser honrado, y a pensar y a hablar sin hipocresía”. Além dele fica o Teatro Nacional, o monumento com a face de Che e outro com Fidel. Nada demais... Mas, como todo turista fui para ver, e tentar sentir o local, onde ocorreram os inúmeros discursos dos dois “companheiros”. Fomos ao bairro Vedado onde fica o famoso Hotel Nacional e a Sorveteria Coppélia – cenário do filme Morango e Chocolate – e como não sou uma aficionada por sorvetes, valeu conhecer para me reportar ao filme. Chegamos então a Habana Vieja que é o coração espanhol da cidade, tombado pela UNESCO e uma das jóias da arquitetura colonial das Américas. Preciso dizer que aqui vale andar pelas ruelas, dar aquele famoso “perdido” e ir descobrindo cada cantinho mais que especial. Amei e nem preciso dizer que foi o local que visitei por várias vezes. Numa delas tive o prazer de estar acompanhada por Ernesto – que não era o Che – um legítimo cubano, que mora na Alemanha, e estava passando as festividades em sua terra. Ele foi um guia fantástico e me apresentou ao Café Taverna. Voltei no dia seguinte, à noite, nesse Café fundado em 1772, para assistir BUENAVISTA SOCIAL CLUB!!! “Tradicionales de los 50”: um show fantástico, músicos maravilhosos e “cantantes” da velha guarda que me emocionaram e a todos que lá estavam desfrutando de uma noite mágica inigualável. Também aqui, em Habana Vieja, conheci o Hotel Ambos Mundos e o quarto onde E. Hemingway morou anos e escreveu: “Por quem os sinos dobram”. Também são programas tradicionais conhecer os bares Bodeguita del Médio - um dos principais pontos da música Cubana e a gente se sentindo bem familiarizado: é o próprio buteco copo sujo onde todos se apinham, em pé no balcão e na maior alegria, que depois de umas e outras todo mundo fica - e o La Floridita, onde se experimenta o melhor da bebida local - os mais conhecidos são o Mojito, a Piña Colada e o Daiquiri. Amanhã conto mais.

2 comentários:

  1. Oi Rê!!! Poxa essa viagem tá um sonho, hein?! Aguardamos novas postagens!!! Aproveite muito cada momentinho... Bjuss, Carol.

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  2. Carolzinha
    Viajar faz com que os limites se expandam e o olhar se renove...Nada melhor que começar o novo ano assim, né? Pode deixar que aproveito cada segundo rsrsrs.
    Beijuuss n.c.

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